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EDITORIAL

STF tem sessão de 15/09/2026 com farpas entre ministros

Ministros do STF protagonizam intenso debate e trocas de acusações durante sessão de 15 de setembro

Na terça‑feira, 15 de setembro de 2026, o Supremo Tribunal Federal realizou sessão que ficou marcada por fortes confrontos verbais entre seus integrantes. O ministro Gilmar acusou o colega Mendonça de possuir viés eleitoral, ao que Mendonça respondeu: “Não aponte o dedo pra mim”.

O ministro Alexandre de Moraes afirmou que Mendonça teria utilizado a Polícia Federal para incluí‑lo em delação, declaração que o próprio Mendonça classificou como mentira. Em paralelo, o ministro Dino se manifestou pedindo investigação sobre suposto elo entre a empresa Master e um instituto ligado a Mendonça.

A questão de suspeição também esteve em pauta: os ministros Toffoli e Nunes Marques se abstiveram de votar, alegando impedimento. Enquanto isso, Mendonça enviou bilhete a Toffoli, e Dino demonstrou apoio a Fachin, gerando mais tensão entre os magistrados.

Acusações de viés eleitoral

Gilmar reiterou a suspeita de viés eleitoral ao citar decisões recentes, enquanto Mendonça defendeu sua imparcialidade, reforçando que não há influência política em sua atuação no tribunal.

Suspeição e impedimento

Toffoli e Nunes Marques declararam impedimento para participar da votação, citando possíveis conflitos de interesse, o que impediu a formação de maioria em alguns pontos da pauta.

Uso de tecnologia antidrone

Durante a sessão, o STF empregou uma arma antidrone desenvolvida para neutralizar dispositivos aéreos, medida adotada após relatos de tentativas de gravação não autorizada dentro do plenário.

Frases que repercutiram

Entre as falas que ganharam destaque ficaram “Quem tem medo da Polícia Federal?”, “Pixuleco” e “Mentira”, refletindo a atmosfera de disputa e a busca por legitimidade nas argumentações dos ministros.