A escova de dentes é a principal ferramenta para remover restos de alimentos, placa bacteriana e microrganismos que causam cáries, gengivite e mau hálito, por isso é fundamental observar seu estado com atenção.
Trocar a escova de dentes regularmente garante que as cerdas continuem eficazes na limpeza, reduzindo riscos à saúde bucal, e evita o acúmulo de resíduos e contaminação por doenças como gripes e resfriados.
Além da regra prática, que indica trocar a escova a cada três meses, há sinais visíveis que mostram que é hora de substituir o item, cuidados simples que mantêm dentes e gengivas mais protegidos, conforme informação divulgada pelo g1.
Sinais visíveis, cerdas abertas e mudança de cor
O primeiro indicativo para trocar a escova de dentes é o desgaste físico, quando as cerdas ficam abertas ou deformadas, pois perdem a eficiência na limpeza. Outra pista é a mudança de cor das cerdas, que pode sinalizar desgaste ou acúmulo de resíduos.
O ideal é observar a escova frequentemente e não esperar que as cerdas estejam muito abertas para fazer a troca, já que esse desgaste prejudica a remoção da placa bacteriana.
O que dizem os especialistas e a recomendação de prazo
Segundo o coordenador de Odontologia Guilherme Roberto Andrade Lima, “Com o uso contínuo, as cerdas perdem a eficiência na remoção da placa bacteriana, o que pode aumentar o risco de cáries e problemas gengivais”. Por isso, a orientação é clara, trocar a escova a cada três meses ou antes, caso as cerdas estejam desgastadas.
Após doenças, quedas ou armazenamento inadequado
Doenças como gripes e resfriados podem contaminar a escova, então é prudente substituir o item após infecções, para evitar reinfecção. Quedas frequentes ou guardar a escova em local úmido e sem ventilação também aumentam o risco de contaminação, portanto troque a escova quando ocorrerem incidentes desse tipo.
Uso intenso e escovação com força excessiva
Pessoas que escovam com muita força desgastam as cerdas mais rápido, reduzindo a eficácia do equipamento, e nesse caso, é necessário trocar a escova de dentes antes do prazo de três meses. Como lembra o especialista, “Muita gente só troca a escova quando ela já está muito aberta, mas o ideal é não esperar esse estágio, a prevenção começa com hábitos simples e consistentes”.
Manter a escova em bom estado, guardá-la em local seco e arejado e evitar contato direto com outras escovas são medidas práticas que prolongam a higiene eficaz. Seguir essas orientações ajuda a reduzir o risco de cáries e problemas gengivais, e garante uma limpeza mais segura e eficiente.